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Brasil exportou 3,4 milhões de sacas de 60kg de café em fevereiro

  • 15 de mar. de 2022
  • 2 min de leitura

As exportações de café no mês de fevereiro de 2022 foram equivalentes a 3,4 milhões de sacas de 60kg. A exportação da espécie arábica (Coffea arabica) foi responsável por 87,7% do volume total, ao atingir 3 milhões de sacas. E da espécie Coffea canephora (conilon e robusta), com 129,8 mil sacas, alcançou 3,8% de participação, enquanto o café solúvel representou 8,5% do total, com 291,7 mil sacas exportadas.

A receita cambial gerada em fevereiro de 2022 foi de US$ 782,6 milhões, com um aumento de 50% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na conversão em reais, o valor foi de R$ 4 bilhões, montante que representa um aumento 43,9%, se comparado com a receita gerada em reais em fevereiro do ano passado.

Para o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), cujo relatório mensal de fevereiro orientou esta análise, “o desencadeamento da guerra entre Rússia e Ucrânia passa a gerar preocupações e acende a luz de alerta ao setor exportador do Brasil”. Entretanto, que “é prematuro, até o momento, fazer uma projeção sobre os reais impactos, uma vez que a base de informação é o certificado de origem da Organização Internacional do Café (OIC), requerido para amparar todos os embarques do país, e ainda não há números que permitam a realização de um diagnóstico preciso”.

Progressivamente, os cafeicultores brasileiros estão evoluindo quanto ao uso de equipamentos tecnológicos, seguindo os passos de alguns dos grandes produtores, que já utilizam instrumentos para recolher e analisar dados de clima e sol; checar a umidade do solo; fazer manejo de irrigação; mapear e monitorar áreas; usar motores elétricos e equipamentos que sejam resistentes a instabilidades, entre outras tecnologias e infraestruturas. Uma das preocupações dos produtores tem sido a instabilidade energética devido as constantes tempestades (como as que aconteceram recentemente), pois inúmeras áreas rurais do Brasil, importantes no segmento cafeicultor, não possuem a eficiência energética de qualidade equivalente à de grandes centros urbanos.





Fonte: Monitor Mercantil

 
 
 

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